Os automóveis nunca foram tão tecnológicos.
E nunca exigiram tanta atenção para operar funções básicas.
Ajustar o ar condicionado.
Mudar uma estação de rádio.
Configurar uma rota.
Hoje, muitas destas ações exigem navegar menus, tocar em ecrãs, desviar o olhar.
E isso tem um custo.
Cada segundo em que os olhos saem da estrada…
é um segundo em que deixamos de conduzir.
A ironia é evidente:
tecnologia criada para melhorar a experiência…
a comprometer a segurança.
Claro que a inovação é necessária.
Mas tem de respeitar um princípio fundamental:
a condução não pode ser secundarizada.
Um carro pode ser inteligente.
Mas o condutor tem de estar presente.
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